segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Projectil




Mentira
Em bala perfura
Retira
A carne impura
Vai
O corpo magoado





Cai
Sem bênção perdoado
Corre
Lágrima do insustentado
Morre
Ao domínio imperado....



Sarah Moustafa

1 comentário:

  1. Poema-bala!

    Gostei muito do poema, e também da foto que o completou perfeitamente!

    Beijinhos

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