domingo, 21 de abril de 2013

Ternura



O mel e ternura
desassossego
Angustia e clausura!
Entre lábios
O carmim e doçura
Ternos, Ternurentos
Meu Inferno
Paraíso da minha Sepultura
Escorrem Dedos Enluvados
Na minha Cintura Cravejados
Escaldo o que no peito
Carrego e terna te trago
O botão em Flor Aberta
A minha Candura
Beijos de Mel
Escritos em Seiva
 Lençóis de papel
Pintados de melaço e Doçura
Ás mãos nascem Formosura
Sensações sem tempo
Cheias de Ternura!


Sarah Moustafa

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