quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Feiticeira




Na barbárie feroz, o abalo revela-se no rosto circunspecto, de expressão severa, oculta no misticismo dos sibilos que os enigmas entoam nas noites esfingicas, onde o assombro permeia a verdade, murmurada nas visões quiméricas, alquimicas, dos devaneios da imaginação.
Devaneios ou autenticidade, da feiticeira prestigiosa, oculta no sombreado das trevas ou da luz?
Censura do extraordinário, surpreendente na assunção das maravilhas percurstantes, dos segredos balbuciados, desvelados nas aparições da sublimação da psique.
O espírito do ânimo da essência voraz , que vê além do olho comum, que encerra em si os portais do intermédio da elucidação.
Nos arcabouços consta a decifração da críptica interrogação, 
Benévola musa da inspiração ou malévola endiabrada criação?




Sarah Moustafa

7 comentários:

  1. Sarah, muito inteligente esse post.
    Benévola musa da inspiração ou malévola endiabrada criação?
    Eis a questão!!!
    Beijos.
    Manoel

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  2. confesso que não consegui ler baixinho
    deu-me uma vontade danada de ler voz
    cavernosa, trêmula e firme
    aos brados
    ...

    bravo!

    beijo carinhoso.

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  3. Olá Sarah, obrigada pela visita em meu blog.
    Estou aderindo ao seu também.
    Parabéns pela escrita.
    Um beijo em ti.

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  4. São duas faces da mesma moeda, Luz e Sombra, que podem convergir para a criação transcendental de qualquer sonho.

    Beijinho

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