terça-feira, 12 de novembro de 2013

Insónia






São quase três da manhã, mantenho me refém de um sono que não vem.
Acredito em insónias que nos contam todo o tipo de história, sobretudo as que correm contra o tempo e retomam se eternamente em estado presente.
Acredito que ausência de sono implica uma grande tenaz resistência, um exercício violento de estimulo a nossa consciência.
São quase três da manhã e tudo o queria era não ter memória.

Sentir alguma leveza, só para variar.
Uma qualquer vitória.


Sarah Moustafa

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