domingo, 24 de março de 2013

Adeus




Escorre  a Lágrima
Iluminando o breu de uma Dádiva
Molha-se o Lábio
Sabe-se o Sal
Diz o Sábio
Que depura qualquer Mal
Abre-se Rombo o Peito
De emoção Desfeito
Escreve-se o Adeus
Aquele que não se intenta aos Seus
Mal se Respira
Em soluços de vida que se Expira
Chorando o Diluvio Visível 
Só nos versos desta Lira!

Sarah Moustafa

3 comentários:

  1. Sarah, é tão triste, mas tão belo!
    Sabes dizer em palavras a voz do coração.
    Uma maravilha!


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  2. Ao ler-te sinto em mim, presentes, os adeus que disse...
    É triste, mas ao mesmo tempo é bom, porque é bom quando um poema fala connosco...!

    Beijo

    Isa Lisboa
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