sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Recado Urgente!



Escutem com a máxima precisa atenção, pois a mensagem alude aos sentidos básicos que nos foram entregues e que estupidamente inutilizamos.
Querendo ressaltar a devida desumanidade circundante, que só se concretiza pelos extremamente racionais, brilhantes humanos.
O humano provoca a desumanidade. O próprio individuo interrogador das catástrofes que assolam o mundo, que nestas horas se sente desgraçado, por nos ter acolhido.
Como o Compreendo.
O homem que possui um cérebro com a única função de o fazer flutuar no mar  de sangue e convicções irreais, que na sua artificialidade, move massas de outras massas flutuantes na cabeça , outrora dotada das máximas capacidades, do intelecto profundo, da inteligência desconcertante,agora vazia. Oca. Imunda na sujeira do corpo em que anda. Como sequer pode andar? Se ao menos os malditos Deuses existissem , na apregoaçao que é feita, talvez tratassem do extermínio desta gente que se apelida de civilizada.
Apenas porque evoluímos na manufaturação de materiais que aumentam o conforto de vida, pensamos que já não nos inserimos na selvajaria?
Ao redor, por todo lado, numa infecção global, apenas assistimos aos selvagens modificados na roupa com classe, na educação de mérito no papel pago das carteiras alheias, na pele perfumada dos luxos que roubam  daqueles que são menos merecedores. Que são menos, porque coitados, não conseguiram chegar ao tacho tão rápido como os outros, e como tal, por sua grande sorte e justiça, têm direito a menos que nada.
Zero. Porque o poder está impresso num pedaço de papel rectangular, este pequeno papel, que tanto ambicionamos, é assassino, genocida, catalisador, ladrão, malandro, patife, doente, larápio, arquitecto magistral da ratoeira em que nos enfiamos.
Será que existem assim tão poucos com o discernimento do pensamento óbvio?
 O pior é que a resposta é redondamente negativa, existem tantos perdidos nos recantos, com o pensamento capaz e devido de chegar a tal conclusão, mas a voz falha, os dedos tremem, em recitar, em proferir a critica que grita por sair cá para fora, para ser ouvida no julgamento devido.
As bestas instruídas na trapaça, que nos falta, no jogo onde seguram os peões indefesos, indefesos porque são fracos, porque assim querem, e fazem deles o bem lhes apetece.
Livre arbítrio? Livre pensamento? Livre escolha? 
Neste momento, possuímos a liberdade que nos deixam ter. Nunca aquela que queremos. Desenganem-se.
Mas nisto tudo, pior que os vilões de fatinho, os extremistas terroristas, e tudo o pertence a classe da mesma semântica, somos nós. Nós! A massa superior em numero, força, capacidade e inteligência, que assim o sabe, e que nada faz. Que nada quer fazer para alem de criticar aqui e acolá, realizar as produtivas greves, manifestar o descontentamento no telejornal......E a bola de neve continua, espero que até pouco. Espero que o despertar, que por vezes penso ver, não seja ilusão dos olhos que assim desejam ver.

Sarah Moustafa

4 comentários:

  1. Sarah,
    O recado não só faz todo o sentido como está muito bem analisado (na minha modesta opinião).
    Gostei muito de ler.

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  2. Sarah, muito interessante essa sua postagem. Tudo acontecendo e nós vamos assistindo, criticando, fazendo shows, mas com nada contribuimos ou fazemos para parar a bola de neve.
    Gostei muito.
    Manoel

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  3. Ola Manoel Bem Vindo!
    Muito Obrigado pelo seu comentário!

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