sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Avalanche







Avalanche dos sentidos que não sentem, 
Mentem.
Cobrem o manto protegido de qualquer desprotecção
São ilusões, torrentes de turbilhões, 
Cataclismos de paixões
São falácias e teorias de filosofia fantástica


Avalanches que nos apanham como fogem
As redes e os peixes de olhos extasiados
Pela forma violenta que do seu ventre são tirados
Muralhas em queda, pedras corrompidas
Sangue Derramado, 
A inglória Impera
Mentira que trai onde nem a verdade lhe toca
A limpa e acaricia o gosto de uma boca
Suja, Suja
Repugna, Expugna é Sua !
A Essência que não é nenhuma.
Só uma avalanche e montanhas de gelo quebrado
Selvagens e um espírito lacerado




Caem tordos e sentidos surripiados
Tombam milhares de corvos despenhados
Cometas de flamas retumbados
Avalanches dos sentidos perturbados não mentem,
 Sentem.







Sarah Moustafa

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