quarta-feira, 30 de outubro de 2013

De onde te chamei... para quando me ouviste.




É um erro corrompermos constantemente a unidade que nos segura na profundidade do nosso refugio interior, é um erro separarmos o inseparável, quebrar o inquebrável
Assinar a revogação do contracto sem espaço ou possibilidade para mais nada nele se escrever
Continuamos a fazê-lo ainda assim
Continuamos a pretender menos do tanto que ousamos saber
Sabemos muito... mas não conhecemos nada, e o conhecimento... é a fonte mais poderosa que as almas agarra, e não por meios da imposição...mas pelo apelo que traz de volta, irremediavelmente, a irrespirável, irresistível aproximação.
Quero magoar e ser magoada, com a força da mesma cósmica rajada que no loop de uma qualquer circunstância, nos trouxe o cadastro limpo, de volta ao nada.
Quero amar e ser amada com a força de todas as palavras do meu intimo derramadas.


Sem tréguas, afinal...essa é a emenda que evocamos, a lei da atracção.


Sarah Moustafa 

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