sábado, 18 de maio de 2013

Desígnio



Almejo a simplicidade
Um desenvencilhar continuo
Desta teia em ambiguidade
Pedia a simples verdade
Que tremesse o chão
Da minha vontade
Empregue, Eu Sei
Em Cada Alma 
A Humanidade
Sou Materna
Nutrida de Fraternidade
Pois é desse Berço
Que cresço e meço
Aos anelos 
De toda e qualquer
Universal Autenticidade
Respostas são Múltiplas
Altares de Votos e Súplicas
Mas
Uma única
Eu quero
A que quedou
Como nas Ruínas de Nero
Á Efígie Aniquilada
Carne Aberta Dilacerada
 Na Paz e seu Império
Engolidos em Chamas
Ao Destino 
Imperador do seu Mistério!

Sarah Moustafa

3 comentários:

  1. Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

    ResponderEliminar
  2. Esta terra encerra mais do que almeja, quem dela espera tem imensa esfera; nesse regaço, qualquer abraço, temperado com terno mormaço, pode ser comparado ao sol quente de março, que canta mais que os pássaros, contentes sobreviventes d'outros passos.

    ResponderEliminar