terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Forasteiro




Queria o forasteiro, o forasteiro da vida inúmera que se carrega em tantas mesmas num corpo só.
Queria o peregrino, aquele e único, que as montanhas mais altas abraça rindo em piada do medo da sua queda.
Afinal o que há cair no topo do tudo?
O que Ri do Choro em Tristeza ao fado que alcança  inevitável em Cronos de morte e vida, cantando alto o agradecimento de mais um dia!
A lição que acolhe, a que nela tremendo se desenvolve bradando aos céus de Olimpo e Zeus que nada o demove.
De sangue e Guerra, nascido filho danado da mesma Terra, marca a diferença em suporte de toda a Crença mas aquela e única que não se abate em sentença!
Queria o que em mim sou, projecto de marca que se alumiou, passos em frente do passado que voou e no presente regressou em Pássaro de rasgo livre ao que Criou.



Sarah Moustafa

1 comentário:

  1. Minha querida

    Um texto muito profundo e escrito com muita emoção.
    Adorei ler-te como sempre.

    Um beijinho com carinho
    Sonhadora

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