quarta-feira, 1 de março de 2017

Atalhos para o mesmo circuito


A música devia estar gasta, a lição aprendida.
Pára de romantizar as pessoas!
São fantasias, danças no baile de máscaras
Palavras leva o vento, acções também já pouco contam
Abrem e fecham portas, saltimbancos, malabaristas
Amam-te, Odeiam -te,
Pegam fogo ao Circo
Desejam-te, Já não te querem
Colapsa, Torre de Babel
Nunca fomos amigos.
Saem da toca
Não! Ainda não é hora
Voltam a hibernar.
Deserto eterno sem sinal de um longínquo milagre
Precisam de ti,
Mas agora não é muito conveniente,
Quem disse que podias chegar tão perto de mim ?
És muito bicho do mato, metes-me medo...
Tira-me a camisa de forças...
Espera , Se calhar ainda é cedo
Aperta-a mais um bocadinho . . .
Deixa-me ver até onde vais
O disco está riscado,
E não pára de rodar ,
Pudera que não saibas o que é sonho , o que é real
Estás há quanto tempo ás voltas ?
Faz com que isto pare !
Mas...


Devagar...




Sarah Moustafa

Sem comentários:

Enviar um comentário