domingo, 22 de janeiro de 2017

Cada palavra , uma semente de vida.



Desculpa, Desculpa, Desculpa.
A verdade é o que é,
As melhores iguarias mastigam-se cruas.
Suponho que no fim é o que permanece de comum.
O gosto pelo o que sedutoramente se despe.
Já não tem nada haver comigo ou contigo.
Ultrapassou há muito, o nosso pequeno mundo pessoal .
Mas , no entanto, não consigo parar de escrever sobre ele ...
Esse pequeno mundo que na brevidade da sua existência se fez Universo.
Desculpa, Desculpa, Desculpa.
Cada palavra esconde a mesma quantidade de farpas como de poesia
aveludada , ao nome do que julgamos sempre ser amor.
Será? Seria? Alguma vez foi ?
Essa é a beleza de quem purga duvidas e sombras na magia das suas mãos,
É a certeza daquilo que o criador quiser que seja.

Desculpa, seria mais fácil com penalização, orgulho e ressentimento.

Mas repara, no fim são sempre flores , seiva imparável de vida , que nasce desse lodo.

A lama de não crescermos á imagem do nosso potencial.

Desculpa,



Não sentir culpa nenhuma.






Sarah Moustafa 



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