segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Estrela Guia



Caminhamos o trilho de centenas de estrelas cansadas, 
Que nunca desistem, frágeis, de mostrar o seu ponto de luz
Ainda que escondidas na neblina fria das alvoradas
Emolduram sonhos sem pátria ,
sem afiliados ou parte de uma especifica nação
Que sejam  apenas passaporte do vislumbre da sua solitária canção
A letra e o verso rimam e prosseguem, sem espaços e medidas, 
Olás ou despedidas, cientes de um papel que se materializa 
nesse mundo estranho da imaginação.
São votos , acidentes , 
tempestades ou terramotos?
A paixão e  vontade de pegar em todas estas estrelas
e acender a tocha mais alta e flamejante de uma única verdade.
São tempos ..., passado e história, 
o fio que nos liga, dentro desta imensa barca da memória.
O presente e o futuro embrulhados na réstia esperança de uma mudança.... de outra conjectura!
Sei lá se de estrelas ou dos homens
Sei de ti e do embalo quente, onde transformas qualquer coisa em ternura
Sei lá se de Deus ou da Ciência...
Que sejam livros desfolhados, os da Consciência
Sei de vocês jovens 
Assustados numa Era sem precedência
A estrela guia não nos orienta se não olharmos para ela
Está tão cansada da cegueira escolhida
Tirem a venda... como a pequenez é ilusão iludida.
Fixem o centro do seu núcleo . 

Olhem como é.... simplesmente tão bela.











2 comentários:

  1. É preciso tirar a venda, enxergar...

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  2. Um belo texto, como um farol em mares tempestuosos...possa a Estrela Guia apontar o caminho da salvação.
    Um abraço

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