quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Laetitia Casta- Impressão Astrológica





Laetita Casta é bela, como norma mais ou menos regular do circulo de moda internacional, mas a beleza dela sempre me chamou atenção pela naturalidade delicada em sinergia com a voluptuosidade e o apelo sensual da sua figura, olhando para o mapa natal clarifica-se: VÉNUS!
Vénus é o regente de Vida da Modelo francesa, Rege-lhe o Sol em Touro, na sua identidade e auto-expressão, e Rege-lhe o Ascendente em Balança a Sua fisionomia e Projecção.
Vénus está deitada no seu deleite de formas e expressões conferindo-lhe a beleza, a classe e o charme que a caracterizam.
O regente da sua Vida situado em Gémeos na casa 9 abre-lhe portas e predisposição a conhecer-se e dar-se a conhecer em vários partes do Globo, através daquilo que é o seu playground, a feminilidade acentuada no mapa elevada com uma Lua em Casa, em Caranguejo, posicionada também no final da casa internacional conjunta a Júpiter e ao Meio Céu!
 Muita evidência do seu poder através do encanto, do charme boas maneiras, e que melhor trabalho para o reconhecer senão a carreira de Modelo cobiçada e admirada por todo o Lado?
A lua em Trigono a Úrano possibilita uma capacidade de adaptação a vários ambientes diferentes percepcionando, intuindo a forma de se colocar em cada uma delas ( Habitat da sua Profissão).
Laetitia tem um rosto delicado, etéreo colmatado com atracção, sex-appeal de Plutão na casa da Aparência, casa do Ascendente, magnetizando a si o poder pessoal imenso, sendo uma forte presença no seu meio habitual.
( Em 1999 foi honrosamente escolhida para ser o rosto de Marianne, herdando o título de outras beldades como Brigitte Bardot e Catherine Deneuve. Seu busto foi distribuído por todas as repartições públicas francesas. Marianne é o nome dado pelos franceses a sua República, bem como a sua representação simbólica na figura do busto de uma jovem mulher. De vez em quando, o governo selecciona alguma bela e famosa francesa contemporânea para representá-la )

Plutão esse em trigono a Vénus + Trigono de Ascendente a raiar, apelando ao poder transformador e criativo da arte ( o seu busto forma- Ascendente recriado Plutão na 1) e da beleza.
A Ambição Pessoal do seu Marte em Leão supera-se, focaliza-se na marca que deixa ( Marte casa 10) no seu trabalho, na sua obra, buscando o reconhecimento por esse intermédio. Marte trigono a Neptuno em Sagitário na casa 3 e sextil a Plutão, dá-lhe algum sentido de estratégia e habilidade em intuir e captar a hora certa, a palavra certa, o movimento mais aparazivel para levar a cabo os seus objectivos.







Sarah Moustafa

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Astrologia e o Auto-conhecimento (Memoirs)



Era uma céptica, a linguagem dos símbolos apresentada em colóquios comerciais, pura e simplesmente não me fazia sentido, era demasiadamente abrangente, redundante, indecente.
E além de céptica deixava-me frustradissima, lia a discrição do meu signo solar e ria ás gargalhas sarcasticamente (  Sol Virgem) , isto diz que eu deveria ser de uma forma e eu sou totalmente o oposto, triste por dentro, pois naquela altura tudo o que queria era encontrar um sentido na desorientação.
Na personalidade que me absorvia de tantas formas diferentes, que me interagia em actos e palavras contraditórias  em acções inexplicáveis, em choros amargos de incompreensão diante de mim mesma.
Quem sou? O que faço aqui? são questões que de uma forma ou de outra todos colocamos, num ou outro determinado momento da nossa vida, mas eu sentia que elas já haviam nascido comigo, que me atormentavam na falta de respostas, na falta de sentido, de orientação.(Ascendeste Gémeos) Então ainda que descrente não deixava de espreitar tudo o que me aparecesse no tópico de "astrologia" alimentando a insatisfação de me perder nela mesma. E isto bem cedo na vida, acabada de me projectar na adolescência e na forma correcta de estar diante dos outros (Lua em Balança), sem saber como o fazer, dividindo-me em partes de sub partes estéreis sem sentido, atendendo a todos e a ninguém, coberta de medos e anseios, com uma linguagem incessante no interior mas muda no exterior, sem se conseguir verdadeiramente expressar
( Mercúrio em Balança aflito em Muitas Quadraturas ).
Perdida, realmente Perdida.
Foi então num acaso daqueles magicamente orquestrados que um livro me caiu literalmente aos pés. No interior de uma livraria deambulando na solidão dos livros dos sonhos e da magia, do sobrenatural que sempre me apaixonou, um livro caiu da ponta da estante por onde passei, corada de vergonha de chamar a mim as atenções apressei-me apanha-lo e tudo mudou.
Fascinada li sobre um tal de mapa astral, sobre um tal de ascendente, sobre uma tal de lua e tantas outras coisas que não compreendia mas que ainda assim me excitavam só de as ler, teria finalmente encontrado o que tanto procurava?
Tentei me firmar, presa ao livro o máximo de tempo que consegui, não o podia comprar, então tentei recolher assim numa espiral de tempo o máximo de informação que podia engolir e processar 
( Dulpa regência de Mercúrio).
Num misto de vazio e felicidade corri a casa e procurei por mais na internet, muito já tinha visto, mas nada que me soubesse a correcto e substancial, então em buscas e buscas de palavras chaves diferentes encontrei  o melhor que na altura podia encontrar o site astro.com onde podia fazer uma amostra gratuita do mapa astral, fi-lo e derramei-me  a chorar num choro de alegria por ler em poucas palavras o que sentia mas não via, não reconhecia.
Tinha apenas 14 anos, dos 10 que já se passaram, de tanto que em mim aconteceu e mudou a paixão a astrologia e ao mundo dos símbolos apenas se excedeu e proliferou em todo o meu ser.
A partir daquele dia e até agora leio tudo o que consigo, estudo tudo o que posso sobre o assunto pois se a mim me ajudou, também aos outros que se sentem ou sentiram como eu ajudará.
A astrologia foi o psicólogo, o tutor, A família, o amigo que procurava.
Tudo o que fez foi ajudar a trazer á luz as trevas, os cantos mais obscuros da psique que integrados numa só , sem rótulos, beneficiam num crescimento fulgural.
Ainda sei pouco, muito pouco, sou meramente uma estudante de bastidor há 10 anos e presencial há dois meses...mas isto é ou não o verdadeiro poder?
O poder da cura, holisticamente regenerados ao propósito desta Terra Pisar e destes Céus Sonhar?
A astrologia não nos dá as respostas, pois já as temos, dá-nos força para ir ao seu confronto, para nos apaziguarmos e aceitarmos o melhor do pior que se possa segurar, por que nada, absolutamente nada é imutável.

Sarah Moustafa

Névoa





Essência divina
Amante solitária
Solitude Peregrina
Manto de Névoa
Corpo e Alma
De neblina
Gélida Infiltração
Desperta o Grito
Brado á Criação
Flores que vestem o Coração
Água Caída 
Infima Sensação
Nascente á Lua
Sussurro da Noite
A Sua...

Sarah Moustafa

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Anatomia de Grey- Impressão Astrológica




Maybe we like the pain. Maybe we’re wired that way. Because without it, I don’t know, maybe we just wouldn’t feel real.”

"Comunication. It's the first thing we really learn in life. Funny thing is, once we grow up, learn our words and really start talking, the harder it becomes to know what to say. Or how to ask for what we really need.”

“I wish there were a rulebook for intimacy. Some kind of guide to tell you when you've crossed the line. It would be nice if you could see it coming, and I don't know how you fit it on a map. You take it where you can get it, and keep it as long as you can. And as for rules, maybe there are none. Maybe the rules of intimacy are something you have to define for yourself.”


A 27 de Março de 2005 estreava uma das mais interessantes series televisivas, sobre o Condão de Carneiro e os inícios da primavera num Sol irradiado na sua casa criativa natural, a casa 5.
Anatomia de Grey é desde o primeiro minuto muito original nos diálogos narrativos, profundamente incutidos de uma sombra de humor negro, profundamente psicológico (tónica Ascendente e Lua em Escorpião) sem nunca deixarem de divertirem  ou aborrecerem em clichés e diálogos mornos ( mercúrio em Carneiro na casa 5).
No momento da sua estreia na televisão Norte Americana, a fotografia do céu era sua companheira.
Sol ( O guião)+ Mercúrio ( Interpretação) + Vénus (Projecção) conjuntos no signo da espontaneidade e vivacidade outorgando peripécias e aventuras, conflitos e atritos entre os intervenientes na acção
 ( Estagiários de Cirurgia e Médicos Residentes) e os seus relacionamentos amorosos conturbados, conflitos de ética e moralidade entre decisões médicas frias e a necessidade do paciente, Muito ênfase entre a razão e a emoção, ( Sol Carneiro em Oposição a Júpiter em Balança) ( Sol na 5+ Júpiter na 11) Concilio entre o Eu e o Outro.Individualidade, Colectividade.
Dupla regência de Marte ( Sol Carneiro+ Ascendente Escorpião) no panorama incendiado as emoções no palco da casa 5, precisamente o Hospital Seatle Grace onde tudo, tudo mesmo, acontece.
Engraçado o tema das batalhas muitas vezes entre a vida e a morte, o corte, o sangramento, e a recuperação é o que move e nutre as personagens maioritariamente cirurgiãs com Lua em Escorpião, perturbadoramente intensa, na casa 12 casa típica associada a doenças e Hospitais.
Lua essa em trigono a Úrano em Peixes na casa 4 ( O cuidado aos outros é onde se satisfazem e sentem realmente em casa.), Em quadratura a Marte impele á emotividade impulsiva e tensional e a um relacionamento difícil com a mãe, acontecendo entre a protagonista e a sua mãe o que é de supra relevo á identidade formulada e nos episódios demonstrada.
O regente do sol e do Ascendente busca forças de acção ao humanitarismo e ao ideal ( Marte Aquário,  Neptuno também  na casa 3 ) afirmando se nos ajustes e reformas,  ajudando a sociedade médica em modificações que atendam a melhoria dos serviços transparecendo-o na sua comunicação original, argumentativa e activa, a energia mental  que move Meredith Grey, protagonista,  é bem demarcada. Marte em trigono a Júpiter, sextil a Mercúrio, confere a dose de energia, auto-expressão e resolução colocada no trabalho.
Saturno em Caranguejo em detrimento sofre perdas emocionais bem perto do seu domínio ( casa 8), a morte de vários personagens importantes, em situações repentinas e acidentes brutais( dinâmica de Marte impressa no mapa) impregna a trama de emoção e aprendizagem á insegurança do terreno das emoções, forçando as personagens principais a admitir o sofrimento e o trauma a que resistem na aparente frieza e distanciamento dinamizando toda a série.
O meio céu brilhante em Leão catapulta Anatomia de Grey ao sucesso e reconhecimento, em trigono a Plutão em Sagitário, em varias localizações do mundo. ( Nomeações a vários prémios, vencedor de 2 globos de ouro, melhor guião original, entre muitos outros)
A combinação dos elementos água e fogo, vaporizam a história na intensidade do drama e das emoções impregnadas de significado entretendo o público nessa mesma fórmula de sucesso.





SARAH MOUSTAFA


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Diários dos Arruinados- XIII




Ás vezes choro. Choro muito.
Choro lágrimas do que não sei, do que não vivi e que ainda assim, não sabendo porquê, detestando o vazão sem motivo coerente de explicação, choro. 
Choro muito.
O pranto verte-se num envolvimento emocional inexplicável com o tudo e com todos, com o que me identifico, com o que me é totalmente avesso, com os amores e ódios, com as adorações e raivas pulsantes, choro, choro por todas e a todas as situações.
Lágrimas de Sal malditas na bendição, excomungação dos anseios que carrego, sem serem de factos os meus.
Mas se aqui cravejados se encontram, como podem não o ser? 
Só porque não os palpo tangivelmente, só porque não os conheço alem de reminiscências de memorias turvas?
Como podem não ser meus se no meu peito se afloram? 
Se no meu regaço murcham?
Sinto-lhes a vida e a morte, carrego essa missão.
São meus sim, choro-os, molho-os, trovejo em gritos de noite perpetua acometida no elo inquebrável, no mergulho ao aquário de corpo onde residem.
São minhas partes negadas, injuriadas, quebradas.
São a minha pauta, a minha orquestra a minha ópera.
A minha Obra, O Graal que dá vida á secura de deserto em Oásis, a árvore de frutos maduros de alimento á mãe terra, á vida!
 Minha vida.
Choro muito, sem saber porquê, sem saber como parar, como travar o curso de um tsunami avassalador, chorando incompreendida ás demais incompreensões.
Choro muito não o lamento, é meu... meu sustento!
Alento de noites sem estrelas, do sonho sem possibilidade, da morte fechada á infelicidade.
Alento da dor em saudade, do brilho sem magia e divindade, da glória possível na surreal realidade.
Ás vezes Choro. Choro Muito.

Sarah Moustafa 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Keanu Reeves- Impressão Astrologica




O que se passa quando tantas energias de planetas se projectam no Ascendente?
Em cima dele mesmo, mascaram-no ou elevam-no?
Dominam ou Conjugam?
O que se passa quando isto é bem demarcado num mapa natal?
 Como se reflecte na identidade da pessoa?
Eu diria que se passa tudo e precisamente na identidade sobre forma de constantes crises da mesma.
O actor Keanu Reeves é um exemplo fenomenal do mesmo.


No mapa 3 chaves : Virgem ao Rubro, Casa 12 a Captura-la e Conjunções e Adaptações Enormes a Operar e a se Reformular.
Quem aprecia estas coisas nunca parou um Segundo a Observar a Aura claramente Captativa no seu Aspecto, no seu Olhar?
 Este actor sempre me intrigou, havia qualquer coisa, mas que me escapava ao domínio da lógica, da explicação clara e concisa em dizer precisamente o elemento causador desse efeito.
Se através de uma tela tal acontecia ao observar a sua biografia e consequentemente o Mapa Natal a transparência das energias psiquicamente chamativas ficaram mais lúcidas.
O insight foi grande.
Sol, Ascendente e Mercúrio exaltado na reserva de Virgem conjuntos numa alquimia aparentemente evidente,e reforçados com maestros da composição, Úrano e Plutão. Diria mesmo que eles são os Masterchefs que transitam e comandam grande parte da personalidade, além do mais evidente.
Plutão mascara a Virgem no Ascendente, funde-se nela, reforçando traços da sua qualidade, olhar penetrante, intenso, cabelo escuro, alguma sensação de distanciamento e obscuridade.
A vida pessoal repleta de altos e baixos, infância confusa, vários padrastos, várias alterações de residência
 ( Fundo do céu em Sagitário), percurso irregular na formação académica, acidentes de mota, morte do melhor amigo por overdose, morte da filha ao 8º mês de gestação e consequente morte da ex-namorada num acidente de viação imediato e fatal.
Duras e profundas crises de existência activadas do exterior, das trevas, para o seu interior projectadas em constantes flutuações e mudanças do seu comportamento perante as mesmas ( stelium na casa 12).
Interessante que sendo ele um Virgem de alma, se confronta nas áreas de vida com a sua sombra, nas areas  relacionadas exactamente com o signo oposto ( Peixes e Casa 12), obrigando-o em abruptos (Úrano) acontecimentos a complementar-se e integrar-se nas divisas e oposições.
Saturno em Peixes , naturalmente oposto ao Sol, na casa 6 (natural de Virgem) restringe as duras lições nas áreas de vida a que ele se comportaria com mais facilidade, Trabalho, Saúde e Intimidade.
( A irmã mais nova do actor sofreu por duas vezes de Leucemia, o que o terá afectado profundamente, casa 3 natural dos irmãos em Escorpião e com abraço Neptuniano!!, fazendo-o entregar grande parte do seu cachet do filme Matrix ás instituições que Operam e Ajudam na enfermidade que colocou em risco a vida de alguém muito importante no seu suporte emocional (Lua em Caranguejo). 
Doação essa muito próxima do eixo Virgem-Peixes á abnegação e despojamento a algo maior.
Keanu é aliás conhecido pelo seu estilo de vida simples, solitário e reservado.
Lua em posição Rainha( Domiciliada em Caranguejo  na casa do colectivo (11) é onde ele transmutas as suas mais negras brumas em luz ao serviço da representação e gratificação.
Lua, Vénus e Marte na casa 11 e em caranguejo conferem o emocional e imaginativo profundo na sua tónica em papeis únicos e popularizados na história do Cinema, como o filme Speed e sobretudo a Trilogia Matrix.
A sua nutrição (Lua) é dada e recebida ao serviço (Sol Virgem) de um sonho e objectivo maior que ele mesmo.
A superação dos testes do destino enfatizados realizam-se no seu mais profundo e secreto cerne repleto de grandes capacidades energéticas de reconciliação, transformação e realização humanística de compaixão.


Sarah Moustafa





sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Ian Somerhalder- Impressão Astrologica





Decidi começar as aventuras de uma interpretação astrológica com um mapa de um actor que me cativou diante de toda a serie em que participa, Diários de Vampiro, com o papel de protagonista Damon Salvatore.
Antes de sequer saber a sua data de nascimento havia algo que me impelia ao simbolismo escorpiónico, sendo que o papel que representa nessa mesma série é de forte acentuação plutónica (Vampiros, Sangue, Lutas, Morte e Vida), contudo antes de um pouco mais saber, deparei-me de Escorpião, aparentemente, apenas uma Vénus, all alone, em detrimento na casa 9. Contudo mais atenta e sabedoramente reparei naquele meio céu bem alto brilhante em Escorpião conjunto a essa mesma Vénus, um actor que é extremamente conhecido ao público além-fronteiras pela sua beleza hipnótica e intensa, esse Íman acentua-se ainda mais com um ascendente em Aquário, cujo co-regente Úrano situa-se também em Escorpião, exaltado e proliferado aos altares do reconhecimento na casa 10. (O reconhecimento e publico novamente a captar essas vibrações) Úrano+ Vénus+Meio Céu conjuntos na cativação do belo e diferente, o que está mais em evidência (Ascendente) aos olhos que o assistem em redor.
Ian tem um Sol bem posto em Sagitário na casa 11 (interessante correlação ao habitat natural de Aquário que está no ascendente) culminando a sua própria identidade no grupo onde se insere ( Hollywood) com um espírito vivaz e independente (Sol conjunto a mercúrio).
 A comunicação na casa 10, lá está, o que ele pensa em verdade ao âmago( Merc. Sagitário) projectado no seu nome!
A Lua em trígono ao sol e mercúrio, em Carneiro, despoleta-me ainda mais a ideia de uma certa necessidade de afirmação impulsiva e espontânea da sua individualidade e liberdade no ambiente social, contudo na casa 2, não deixa de apreciar os desígnios materiais e confortáveis da sua posição social favorável.
Júpiter (expansão) bem aspectado ao Sol , em Leão(Nome)  e na casa 7 traz-lhe as oportunidades através dos contactos do meio, alianças, contractos acertados e relacionamentos afectivos populares ( o que de facto acontece, Ian namora com a Co-Protagnista da série Diários de Vampiro, Nina Dobrev, o que só ajudou aumentar a estima e popularidade do publico pelo casal e pela série em si).
A conjunção do Sol ,  Neptuno e Marte na 11 alude-me mais uma vez ao sonho, aspiração colectiva da imagem forte e carismática, sobrenatural na televisão, que ele projecta, contactando com as dimensões da fantasia movedora e inspiradora, a quem a elas , como eu, se conecta.
 Júpiter em Trígono a Neptuno ajuda a concretização e amplificação devida dessa mesma fantasia e encanto.
Saturno em Virgem (Serviço), na 8 abriga-o no oculto e no mistério, que com a ajuda de Úrano em ligação positiva, o transforma e concretiza mostrando aos demais, num papel vincadamente próximo ao seu Saturno na 8, o melhor do pior que nele possa haver.
De enfatizar que tanto mais haveria a dizer e detalhar, querendo apenas exercitar um pouco do conhecimento adquirido numa área especifica, sendo neste caso o porquê do encantamento e crescente popularidade de Ian Somerhalder.
Aconselho vivamente a Série Diários de Vampiro, estreada em 2009, correntemente na 4 temporada, tem se revelado um grande sucesso em Várias partes do Globo, cheia de dinamismo e originalidade é muito mais que uma história típica de vampiros!
Mexe muito comigo e bem.. também com o meu Saturno e Neptuno na 8 sedentos de Magia e Mistério aos meus processo criativos Vincados na 5 =))) Mas isso são outras Contendas!
Espero que tenham apreciado este recém nascido exercício num mundo de imortalidade de passos que é Astrologia.




Sarah Moustafa

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Diário dos Arruinados- XII





Ja alguma vez sentiram, literalmente, o coração a partir-se?
A desfragmentar-se, desmanchar-se, retraçar-se em poeira de doída destruição?
Já alguma vez percepcionaram o escoar de um bombear devido ao sentimento que o abandonou?
Ao sentimento recriado?
Já sentiram o inesperado momento em que tudo o que parece restar, ser nada mais que um vácuo sem fim ou finalidade, partido, dilacerado dentro da propria particularidade?
Digam-me, nunca sentiram uma espécie de inicio de trabalho de obras, nesse mesmo local, sem tão pouco o requisitarem?
E da surpresa á expectativa, nunca acalentaram uma ténue contudo tremenda esperança de um novo dia, de uma nova esperança de enfim sentirem-se senão felizes...mais saudáveis?
E nesse processo de edificação nunca sentiram outras partes a colapsar, de instável que toda a estrutura alicerçada estava?
E de novo o pensamento gritante a ecoar de todas as partes, " é desta...não voltas nunca mais."
E incrivelmente logo após o Juízo Final, nunca sentiram tudo isto novamente? 
Uma dupla, tripla. quadrupla...vez?
E nas dores e peripécias, alguma vez pararam para agradecer essa tremenda determinada vontade?
Essa que mesmo desvitaminada apraz ao apelo da divindade e autenticidade da sua natureza, relembrando a esquecida quantidade de força cósmica que lhe é impregnada?
Já alguma vez sentiram, literalmente, o coração a unir-se?
A coadunar-se num espectáculo de magia e alquimia sem Justificação?
A explicação única de ser Condão da nossa Salvação?

Sarah Moustafa

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Secretamente




Secretamente
Cresce o medo em semente
De um adeus firmemente
Secreta, Secretamente
Mente-se em Verdade
De Língua diferente
Desonesta Inocente
Secreta, Secretamente
Tudo Muda
E nada é Indiferente
A saudade sofre silenciosamente
Aguadeiro em Torrente
Secretamente
Num misterioso Lugar
Guardião ao Luar
Cuida-se o que
Secreta
Secretamente
Se sente ser 
O para Sempre!


Sarah Moustafa

Diário dos Arruinados- XI




O romance não devia ser assim, não devia incinerar em fagulhas explosivas de chuvas brilhantes, cadentes sem mastro de solidez a que me agarrar.
O romance não devia ser assim, não devia queimar desta forma, em ferida de incêndio que cativou, não sabendo como, a totalidade de uma alma inconscientemente apelativa por perigo, esse que do fundo que nos leva nos mata.
Não deviam comportar estas consequências dolorosas, esta negatividade em ácido, antítese da doçura suposta, ao que se emprega ao dito amor.
Mas se não fosse assim, se não descêssemos ao recôndito  flamante inferno, se seguíssemos a receita ordeira e estável , como dentro dela mesma, poderíamos comportar em placidez o tempero em escaldo das mais enigmáticas movedoras emoções, sendo essas das mais insubstituíveis sensações?
Se não vaporizarmos o confronto amargo das sombras mais escuras, como conheceríamos a autenticidade da luz em verdade de um e de outro naquilo a que facilmente  denominamos de entrega e intimidade sem verdadeiramente a processarmos, na dificuldade tenebrosa que se apresenta?
Se quero o verdadeiro romance, paixão ao mais alto grau, terei de amar estas queimaduras, como parte, órgão vital de sobrevivência e pertença, a uma evolução real de um coração liberto a uma plena realização.
Aprenderei amar esse sentir explosivo, como um fogo de artificio que rebenta em cores majestosas num esplendor de medo e fascínio  para pacificamente, tal como o fenómeno, me deixar cair no contemplo dos nocturnos céus.
Deixarei que me mate, que nos mate, que assinale a devida revolução do sentir escabroso, do profano ao esplendoroso, deixarei que me salve, que nos salve, em pio de fénix, de cinzas renascida. 
Aquela que ensina, que se destrói e regenera, que mostra que o caminho de Éden é também o caminho Hades.

Sarah Moustafa

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Forasteiro




Queria o forasteiro, o forasteiro da vida inúmera que se carrega em tantas mesmas num corpo só.
Queria o peregrino, aquele e único, que as montanhas mais altas abraça rindo em piada do medo da sua queda.
Afinal o que há cair no topo do tudo?
O que Ri do Choro em Tristeza ao fado que alcança  inevitável em Cronos de morte e vida, cantando alto o agradecimento de mais um dia!
A lição que acolhe, a que nela tremendo se desenvolve bradando aos céus de Olimpo e Zeus que nada o demove.
De sangue e Guerra, nascido filho danado da mesma Terra, marca a diferença em suporte de toda a Crença mas aquela e única que não se abate em sentença!
Queria o que em mim sou, projecto de marca que se alumiou, passos em frente do passado que voou e no presente regressou em Pássaro de rasgo livre ao que Criou.



Sarah Moustafa

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Parte e Todo




A mente adensa-se em nuvens de nebulosidade  indeterminada ao que se deseja fortemente focalizar em focos de ideias que não careçam sentido.
No desarrumo perde-se a orientação, mas encontra-se tanto ás esquecidas memórias, enterradas nas prateleiras dispostas, fixas sem cruzar o pátio das oportunidades.
Então se a mente em turbina amaina a sua celeridade e prontidão, o que espera ela de mim?
E se espera porque o faz? 
Porque se me depara com o caos aparente desprovido de utilidade?
Porque me faz andar num corredor de inimaginável extensão, perdida sem orientação a que recorrer?
O que quer me revelar?
Que de partes e sub partes de outras partes discriminadas, me perco em partículas do todo oceano em redor?
Que não vejo a totalidade que a capacidade comporta, que grita por revisão, descoberta, e até certa exploração?
Deverei confrontar me directamente com o pesadelo para flutuar verdadeiramente e enfim no Sonho?
A vida é ou seria assim divida num eixo perfeito, de luz e sombra, a que me entregar ou integrar?
A porta final do extenso caminho, entreabre-se em convite á entrada resistida, lá  moram todos os opositores conhecidos á personalidade parcialmente encarnada.
E se não for uma oposição mas um complemento, a peça que falta, o Sol que não Brilha, a chuva que não cessa?
E se for a parte final ao todo? 
E no todo, toda a minha parte?

Sarah Moustafa

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Nocivo


Queda no Luar Adormecido
Dissolução em veneno Radioactivo
Esferas de uma só Emoção
Cometas em tamanha Percepção
Culto ao Destrutivo
O que fazer de Ameaças em Perigo
Convidado de trevas num Sorriso?
Noite Desperta
Em Dias de Sol e Alerta
Climas de voz Incerta
Incerteza Contrafeita
De avidez que Deleita
Em mistérios Incompleta!

Sarah Moustafa

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Nobilitada




Delicia de Corpo 
De ensaio em Perícia
Torrente de Trémulo Vibrante
Ressoante Aclamado
Altar de pedras de Diamante
Sanguinária Batalha
Lâmina de Pele
Incisão á Curva que se Retalha
Pedra que Sele
Alma Desmanchada
A cantilenas Procurada
Campanário no alto Louvada
Reclinada em Tesouro 
Resplandecente no Sempre
Dignificada...

Sarah Moustafa

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Encarnação



Noutra Vida 
Sei que fui Alguém
Pudera as Certezas
Serem altas e não ditas
De Outrem
Mas sei...Sei que Fui tanto
Que Lágrimas Debulham-se em Pranto
Em memória a qualquer Canto
Que a Melodia Eclode
Gritante de Som Mudo Que Envolve
Á Dourada Viagem
Esfingica Miragem
Histórias de Conto e Coragem
Incorre as Areias do Tempo
De encarnar a verdade de uma Personagem
Reflexa ou não da minha Imagem?

Sarah Moustafa

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Aurora



A Aurora Nasceu 

Em viço e restos de estrelas da manhã 

Em matéria nova límpida se Ergeu 

Bradou o Choro agonizante 

Chamou o amanhã 

Premonitório do Especial 

Do Reservatório das Vidas em Espiral 

Do tempo que não cessa 

Nem no fim e sua Promessa 

A Aurora Nasceu 

Entre o dia e a Noite Cresceu 

Entre o céu e a terra 

Abriu os braços ao que sofreu 

E a tudo aquilo que esplendidamente Aprendeu!


Sarah Moustafa

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Elementos




Desenfreia-se a Corrida
Aos corpos perseguida
Perseguição de Ideal em Guarida
No ritmo Inconstante
Entre Sangue e Diamante
Rejubila a Vida
Em diferença Flamante
Em Terra e Água
Cuida-se a Mágoa
Desfaz-se a Espada
De Fogo e Ar
A que se Juntar
Na expansão ao Perpetuar
Aos Vindouros Momentos
De fusão completa aos Elementos!

Sarah Moustafa

Diário dos Arruinados- X




Queriam que sorrisse, que mostrasse os dentes a toda a hora, como se tal factor fosse mudar algo da redundância desta vida.
Rir para quem? Para quê? Para onde?
Como sequer poderia atrever-me a desenhar um ténue sorriso nos lábios, se fisiologicamente, a cada tique taque assinalado, choro em convulsões de lágrimas incontáveis, inseparáveis... imparáveis de mim e do todo.
De tanta emoção que se carrega num corpo totalmente avesso ás mesmas, elas transformam-se no teu pior inimigo, aquele de que não nos livramos , desconfio, até no decesso á cova.
Recalcadas, interiorizadas ao âmago visceral, embruteceram-me a forma fechada e sisuda, de semblante triste e enraivecido numa miscelânea de dois sentimentos que ninguém consegue compreender na junção de um só.
Ou deveria ser só um triste de quem acometessem grande compaixão, ou um furibundo que menosprezassem... agora os dois ao mesmo tempo? É de impossível manejo, nem família  amigos quanto mais desconhecidos se aproximariam do que eu também fujo, continuamente, sem mexer os pés.
Quero fugir mas não quero correr, Quero gargalhar do fundo do ser, mas não me quero ouvir num som jubiloso contrário á essência que criei.
Poderia eu arrogantemente julgar que criei quimicamente algum tipo de subtipo de matéria, que assim me fez?
Num laboratório onde nem me lembro de exercer funções? Quando é que isto tudo começou?
A resposta está no exterior, ás malfadadas experiências ou no interior ás asfixiadas crenças?
Perdi a fé, cedi á facilidade de a perder, de não a procurar não me encontrado a mim.
Sempre soube que tinha um propósito mas busca-lo ao plano material perspectiva se numa busca de tão difícil acesso, de tanto risco a que comportar, que nesse medo me suicidei.
Agora...não consigo sorrir, porque nunca me permiti a consegui-lo. O Sonho ainda me visita, ainda bate á porta, insistente, expectante, ansioso  pelo dia em que a porta se abra aos portões velhos, gastos, do caminho ao qual não ingressei.
Interrogo-me o porquê desta insistência, desta teimosia em vir bater ao que não se abre, porque não procurou outra porta, de outra pessoa a que insistir no convite de bravura?
Porque essa porta, foi feita unicamente á minha medida, aos meus códigos estrelares, mais ninguém por lá pode passar.
 Mais ninguém.

Sarah Moustafa

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Selecções




Lágrimas silenciosas conferem costuras dolorosas ao tormento.
Somos as escolhas que fazemos ou precisamente aquelas que não cometemos, as que mais tememos?
As sombras do medo que nos rodeiam, em abraços e beijos, por vezes, interruptos que a mente e a emoção permeiam, são de nenhuma relevância?
Redução impropria a de se pensar ao óbvio, ao aparente, á acção que não percebemos, porque só a vemos a ela.
Somos precisamente o transbordo de informação, revelação, compreensão, inerentes as essas decisões que catalogamos, com uma facilidade dolorosa, aos demais, como sendo incompreensíveis, ilógicas.
O que é a lógica? A tua lógica e a minha lógica, são matrizes do mesmo produto?
Os meus medos são os teus?
As minhas sombras são tão negras como as tuas?
A tua emoção electriza-se á voltagem da minha?
O Coração revestido de Julgamento , de processo mental, que nessa mesma localização, nada acrescenta  é verdadeiro ao que sente? Ou ao que pensa?
E se pensa, deveras, anda ainda mais perdido no ambulatório da confusão e da descrença do que o outro que escolhe de forma diferente ao esperado.
Que quebra o gelo em que anda, que cai, mas nunca sozinho.

Sarah Moustafa

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Letras no Céu




Entreguei ao celeste
A fala em Segredo
As formas do Mestre
Que desenha simbolismo
Como letras se pintam
A intemporalidade e Lirismo
Quedas de água ao empirismo
Ressalta em nova significância
A vertente de um cataclismo
As cores da importância
Impressas no Céu
Ambulatório de Quem não Leu
De quem não entendeu
O jubilo a quem se rendeu
Ao Cosmos de que se Esqueceu!

Sarah Moustafa


Volta-te!





Volta-te!
Volta-te e vê! Vê como montes e árvores se desenham num arco perfeito á tua passagem, em estrada alcatroada, aos passos que inevitavelmente farás num caminho, numa jornada que te direccione onde tiveres que ir.
Volta-te e vê a beleza, a magnificente beleza em teu redor! 
Vê como ela se processa, nesse passeio, como desabrocha, como murcha, como se alimenta de cores e luz num campo germinado de sonhos.
Nunca te apeteceu deitar-te num campo de tulipas infindas, esplêndidas de cortes e formas, de cheiros e anseios, incontáveis aos sentidos trabalhos, reconhecidos, valorizados?
Trabalho-o, Reconhece-o, Valoriza-o.
Volta-te e vê, o que se perde quando não se anda, quando se estagna num processo, numa mentalidade, numa só verdade!
Como podemos aceitar uma única unidade, sem perscrutar todas as outras partes? 
Como sabemos que é aquela que nos liberta o espírito, que nos eleva as montanhas, se não conhecemos as outras? 
Se não viajamos um centímetro que seja á roda dos ciclos, das etapas devidas?
Ah...Volta-te e vê...vê as aprendizagens que apenas num relance pairam em purpurinas divinas ao nosso redor, a magia existe, mesmo, se apenas nos voltarmos... Se apenas a visualizarmos, incessantemente incansáveis por a tornar nossa, de a segurarmos em mãos, de fazermos dela o nosso vestido, o nosso fato, o nosso conto de fadas...
Volta-te e vê, porque verás tudo de outra forma, á que descrevo, porque esta é a minha única quimérica visão, tu terás a tua e será...tão diferente e maravilhosa por assim ser!
Volta-te e vê!


Sarah Moustafa

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Say...





Say you'll Stay
Until the end of Spring
And the dawn's of May
Say, Say you'll stay
Don't go 
Far...Far Away
Let the purpose of life
Dance with us, make us Sway
One way or another 
We'll learn the way
Swear only to the heart
And there will not be
A price to Pay
Neither the forces above
Would dare to tear us apart
Say youll stay
Until the flowers bloom
In the warmth day's
Shall we together
Forever Stay?
Say... Say you'll stay

Sarah Moustafa

Diziam...





Diziam que o Mundo era todo meu. 
Que o segurava nas mãos trémulas de medo, de entrega á rendição, ao que se rende quando se entrega a plenitude de um coração.
Diziam que era pertença de todo o firmamento, que este me dava alento, sede e perseguição ao talento de estrelas divinas, num corpo de dividas e sinas, aprendiz de tudo e nada ao que fiz...ao dito que se diz.
Diziam que tudo o que bastava era a fé, a chama de uma vela ardente, escondida, incandescente...algures crescente, bastava sentir o fogo, o ânimo de sopro ao fôlego!
Diziam que podia dançar sem centímetro de movimento ousar, em musica que se ouve de dentro, interna sem a recusar, e que isso era suficiente para no ritmo dela, ao seu compasso, me deixar levar...
Diziam tanto, sem término em conclusão, sem pranto ou necessidade de santo, que a magia em cores vinha do vento, que se revelava, ao canto Supremo, O Quimérico segredo, que somos Nós, que somos o altar, o tanto a que louvar e verdadeiramente Libertar!


Sarah Moustafa